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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Samaria

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          Em Samaria, Jesus diz à mulher à beira da Fonte: ‘Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele porém que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna.’ ; e a mulher lhe responde: ‘Senhor; dá-me dessa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la.’ Jo 4.13-15 ... 

          Aqui, estamos à beira da Fonte [Espiritual, entre os poderes e atos do Espírito]; nela, fala Pedro [1Pe 2.1-10: Os crentes são a casa espiritual edificada em Cristo]. Por este motivo Eliseu disse ‘não é este o caminho e nem esta a cidade’, e os guiou à Samaria, até à Fonte, para que nela, a Palavra se estabelecesse em Luz, pelos simples e humildes de coração [os crentes na Palavra]; por tal, Jesus diz à beira da Fonte: ‘quem desta água beber, voltará a ter sede’ ... 

          Na Verdade, importa a Passagem de um Profeta por Samaria, pois é o Caminho da Consciência Espiritual do Juízo Pleno [Dt 32.4] entre os  poderes e atos do Corpo de Cristo, aonde os céus se abalam, na divisão das águas que saciam o ser humano: as da sua sabedoria das da sua autonomia .. 

          [!] ‘quem bebe desta água torna a sentir sede’, refere-se às sabedorias das doutrinas espirituais autônomas, sem o Espírito de Cristo [A Fonte: Bendito És!]: sem Ele, ocorre a distância da simplicidade da Bondade da Luz do Espírito Santo; ao entender esta passagem, fui levado pelas Palavras dos Profetas [Ap 22.14] à obra das folhas [Ap 21.27], e quando isto ocorreu, fiquei radiante de Alegria [minha sede foi saciada]; isto me custou caro na Igreja, pois passei a ser execrado por quase todos, e me retirei ainda mais do contato com as pessoas, porque eu falava uma língua e entendiam outra, completamente contrária; e mais, porque a partir dos Profetas, intensificaram-se as visões, e quando as comentei, então, é que foram elas, pois me jogavam a Palavra na face: 


‘Ninguém se faça árbitro contra vós outros, 
pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões, 
enfatuado, sem motivo algum, na sua mente carnal,’ 
Colossenses 2.18

          Então, me calei [e me retirei]; foi o melhor que fiz, porque nada fui contra os demais, senão, simplesmente comentei para não mais se repetir, porque o caminho de um homem do Espírito pertence unicamente ao Espírito, e somente o Seu Cc/orpo [1Co 14.32] compreende o seu Linguajar e Forma direcionados pela Consciência Plena, qual é levado ao retiro da solidão no ‘deserto’ aonde está a Fonte da Luz de Cristo, e reside a Glória do por vir à criação, na Imagem gravada na consciência da alma: aqui é outra Ordem, pois é Plenitude de Consciência Espiritual: ‘nem olhos viram ...’ Is 64.4 ; 1Co 2.9!




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segue: Vi e Ouvi

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Trabalho 1 Sem 70

... à meia Luz do meu quarto ... [Ez 9.3/4];

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          E.E.P.G. Dna. Ana Rosa
          
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          1º Ano do Primário [1970]
          Profa. Dna. Ninfa!
          [Trabalho do 1º Bimestre]
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          1º Desenho!
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          Profa: Henrique, o que é isso que você fez? 
          Eu: O quê, professora?
          Profa: Este risco com reticências dos 2 lados ...
          Eu: É a imaginação de cada um, professora: eu fiz o risco na folha branca, porque uns olham p’rum lado e outros p’ro outro, e cada um imagina o que quiser ...
          Profa: E você, o que imagina?
          Eu: A imaginação!
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          2º Desenho!
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          Profa: E essas duas casas; o que são?
          Eu: Essa menor é a casa aonde eu nasci, e a maior é aonde moro!
          Profa: E esse triângulos, o que são?
          Eu: São estrelas, professora!
          Profa: E aqueles dois lá em cima, quem são?
          Eu: É o Comandante ensinando p’ro soldado o caminho das estrelas, e que nunca se importasse com cadeiras nem tronos ...
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          3º Desenho!
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          Profa: E quem é esse carregando um vaso: é você?
          Eu: Esse é o Anjo que carrega a água da Fonte do Reino ...
          Profa: E os outros dois, quem são?
          Eu: Eles vieram em casa e pediram algo p’ra comer, e depois foram p’ro Sul!  
          Profa: E esses riscos laterais?
          Eu: São as exclamações do Sul, professora!
          Profa: E esse balão aqui embaixo?
          Eu: É a conversa deles; falam sem abrir a boca ... 
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          4º Desenho!
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          Profa: E esses garranchos sob dessa casa rindo, c/ olhos e duas antenas?
          Eu: Ah! Esse são os olhos do Reino; os garranchos são as nuvens do quebra-cabeça, professora, e as duas antenas são João e Pedro quando Jesus falou p’ra prepararem lugar p’ra ceia; e eles estão lá no Céu do Espírito observando tudo que é escrito nas Tábuas, junto com os outros ...
          Profa: E esse risco que desce da casa: o que é isso?
          Eu: É o fio de eletricidade da Luz do Reino, professora ... e quando eles ligam a tomada da comunicação, ilumina quem eles falam ...
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          5º Desenho!
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          Profa: Mas o anjo pega a água de onde, Henrique?
          Eu: Da Fonte, professora.
          Profa: Mas aonde está a fonte no desenho, Henrique? 
          Eu: Meus Pais são a Fonte, professora; por isso que, quando nós mudamos de casa, o Anjo carregou água da Fonte de um lado p’ro outro ...
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          6º Desenho!
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          Profa: E este barco com 3 andares?
          Eu: São tábuas, e cada andar tem uma história!
          Profa: E aquilo por cima da fumaça do barco?
          Eu: É o dedo do meu Pai; ele é carpinteiro e essa é a Arca [do Noé] ... 
          Profa: Mas seu Pai fez a Arca de Noé? Foi o Noé que fez a Arca dele ...
          Eu: ... sei, professora, mas ele fez a Arca, porque o meu Pai, quando estava no Céu, mandou os Anjos ensinarem o Noé a construir a Arca com cavilhas de madeira, e todos que estavam ao redor achavam ele doido fazendo Arca no Vale [Da Decisão] e descascando madeira p’ra lá e p’ra cá ... fazendo tábua ... e dos sarrafos, cavilhas, igual prego ... e tudo com instrumento de pedra: não foi fácil, professora!
          Profa: Mas barco anda na água, Henrique; cadê a água, no desenho?
          Eu: O barco ainda estava sendo construído, professora; terminando, a água aparece [tanto, que só apareceu e inundou tudo, depois da Arca estar pronta] ...
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          7º Desenho!
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          Profa: E esses outros; o que eles estão fazendo?
          Eu: Essa é a Corte da Páscoa Celestial, professora; eles estão comendo.
          Profa: E o que eles estão comendo?
          Eu: A Páscoa das Bodas, p’ra ficarem fortes e descerem todos juntos p’ra tirarem água da Fonte [cada um com o seu cântaro, p’ra inundar o Vale do Tempo dos Dias mais rápido] ...
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          8º Desenho!
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          Profa: A Páscoa é um dia muito especial, Henrique, mas eu pensei que a base da Ceia fosse o Pão.
          Eu: O Pão é a lembrança, professora, mas o vinagre também é; tanto que o meu Pai tem Padaria e às vezes Ele sai de madrugada para buscar o padeiro na casa dele porque não tem transporte e a lareira precisa estar acesa muito cedo p’ra fazer pão p’ra todos ... mas Ele não está mais só com Padaria ... agora Ele está com Floricultura, também ...
          Profa.: E o que tem a ver o vinagre, Henrique?
          Eu: Ah! O vinagre é o amargor da Cruz de Cristo; meus Avós, p’ra amenizarem um pouco o gosto, misturam com água e açúcar e dão p’ra mim e p’ro meu irmão beber quando faz muito calor [naqueles dias que sai fumaça do asfalto] ... mas tem muita gente que no calor desses dias, não têm, sequer, uma migalha p’ra comer nem um copo de suco de vinagre, professora ...
*
          9º Desenho!
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          Profa: Tá certo, Henrique! ... e quem é que te ensinou essa história da Arca? 
          Eu: Ninguém, professora, mas eu sei porque sou filho do meu Pai ...
          Profa: E foi ele que te contou?
          Eu: Ele não precisa me contar nada, não, professora, porque eu sei da enchente que aconteceu no mar do Céu do Espírito por causa de Adão e Eva, que afogou todo mundo  ... e por isso Jesus veio p’ra desafogar quem Nele crê de coração ...

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          Profa: Tá certo, Henrique!

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segue: 1º Bim 70
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Do Tempo

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          1951/52 é um numerário poderoso que descreve os versos do aguaçal : a enxurrada do tempo em que se revela a Forma da Obra do Reino na Palavra ;

          1] aguaçal em enxurrada que formam o Tanque Interior [Jo 5.2] da Câmara Nupcial descrita por Felipe, e, por semelhante modo, também aqui com 5 degraus;

          2] degraus esses, à imagem dos 5 Pavilhões ao mergulho na Fonte Que Flui a revelação da dobra outrora imperceptível do Alfa e Ômega, por gêmeos eternos ;
          3] a dobra de Levítico em Números - os 2 bois de Gideão [Jz 6.25-27, tomados por pedras toscas / bloco da rocha quais descrevi na II/pg. 3,9] ;
          4] dobra descrita por 2 Testemunhas Mártires [Ap 11.3,9,12] : a Consciência de Cristo, à Obra, qual descrita no Tempo do Seu Retorno, à imagem da Sua Idade, nos números dos versos da mesma Palavra [Mt 13.51,52, pág. 66] ;
          5] dobra essa que foi mostrada, em sonho, a vários, dentre os quais minha tia Neomênia, criança, por 2 Bois de Ouro, sem ser esmiuçada da Forma que aqui está; 

[!]         


           Por esse mesmo Espírito [Nosso] que mostra para que no devido tempo seja revelado, nestes anos, o tio Valdemiro leu a Forma do Reino nos nomes dos tipos de Mleone [Augusto ; Manuel ; Maria ; Henrique ; Fernando] , anotou seus sonhos de infância na lateral das págs. dos 3 livros que citei, e os trouxe à aldeia na Festa de São Paio / Sta. Rita de 1952 [foto da descrição da Minh'Alma], quando minha Mãe estava com 15 anos, mesmo ano em que meu Pai engajou no quartel.


          Passados aluns dias ..

          A 13/10/52, estando Minha Mãe na R. de Sto. António, entre a Porta da Igreja do Sto e a Fonte do Mergulho, a poucos metros da Calçada Romana [cita à entrada] , de repente lhe sobreveio a imagem dum homem, sofrido, a pedir água que lhe foi negada num determinado caminho à época de Roma, ao que se apercebeu da sombra da Minh'Alma que lhe mostrou no Tempo, o que me ocorreu, Firmando-se o voto de perseverar Seu Caminho, assim como o de Meu Pai [dos votos].


Igreja de Santo Antônio

Fonte do Mergulho

          E assim ..
          Sob a sombra do copo d'água, e o voto de se preservar, pela Torneira seguiu seu caminho ao Picoto, e no retorno à casa, pelo Barreiro [atual Av. do Progresso], no local onde está, hoje, a imagem de Nossa Senhora, à entrada da Via Romana / Caminho de São Paio, começou grossa chuva que logo se transformou em pedras do tamanho d'ovos, que de longe se ouvia o gado urrar nos campos; chuva essa, como a da infância do tio Chico, que se escondeu com a família sob a mesa da cozinha, pois as pedras haviam quebrado o telhado.

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 Vídeos de Minha Mãe em Trevões após 58 anos :



... mostrando o que hoje são os escombros da casa do tio Chico [de 06 - 07:10] ;


... contando os fatos [de 11:36 - 13:48] no exato lugar em que ocorreram
[hoje, há um Oratório, designado pelo Nosso Espírito].
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          As 2 fotos da época :


... o dia de trabalho no Picoto ...

... e na chegada dele ... na aldeia ...
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          Obs: Os Avós tinham 3 terrenos em Trevões [Picoto, Fuzo e Boição], vindos da partilha :

          Picoto era o terreno que servia-se da mina d’água vinda da Serra de São Paio [que o irrigava e aos adjacentes de outros aldeões, em que cada um tinha o seu dia de usufruto] ... e aonde plantavam legumes e frutas para o sustento - minha Mãe e a tia Zinda, que ficaram na aldeia após a ida dos irmãos a Lisboa, vendiam pêssegos com o cesto às costas, nas povoações vizinhas.

          O Fuzo [na área da Casa do Adro] .. e o Boição [no caminho para Várzea de Trevões] .. eram terrenos que não tinham água nem mina próxima para irrigação; assim sendo, sustentados, somente, pelas da chuva, e serviam ao plantio de milho, cevada e trigo .. [neste link, vídeo de Minha Mãe em Trevões após 58 anos, em que mostra os acessos atuais a esses terrenos].

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          Até que Ela veio ao Brasil em setembro de 1955 [com 18 anos].

[!]


          Fotos que precederam a sua vinda: 

          1] Ela saiu de Trevões para Lisboa na semana anterior à viagem, e ficou com a irmã, Neomênia, 2 dias, na casa em que trabalhava em Lisboa [cuidava da menina Terezinha] ...


Tia Neomênia e Terezinha

          2] ... até a data do embarque, no Corrientes :




          3] ... e um fato : no dia em que chegou de Trevões, a irmã lhe deu leite pronto à coalhada - com a capa da nata da grossura dum dedo , e Minha Mãe o recusou , ao que a tia Neomênia, com toda a sua prepotência, arrogância, soberba, ódio e inveja, destilou sua altivez em alto tom de menosprezo frente a todos os empregados da casa : 'Vejam só! Na terra nunca tomou leite porque não o tinha, e aqui o recusa.' .. ao que Minha Mãe lhe respondeu : 'É mentira. Na nossa casa nunca nos faltou leite, de cabra, e tu bem o sabes , mas nunca a Nossa Mãe nos deu leite à colhada, nem nunca tivemos vaca a dispor'.   

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De 1955 a 1961 [Portugal - os únicos registros que temos desse Tempo].

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Segue, a Vinda e Chegada!

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

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          Formas do Frio!

          Águas do Fogo e da Crisma que saem debaixo do limiar do templo [pelas Almas Justas que pela carne passaram, e em Alma erigem este Livro], do lado direito da casa, do lado sul [!] do altar [Pelo homem do Cântaro da Fonte ... descrito por Ez 47.1-12]!

          ! Esta é a mesma Fonte [do lado sul dos 2 moços: ‘Fez soprar no céu o vento do Oriente e pelo seu poder conduziu o vento do Sul.’ Sl 78.26] que servia a água para Jerusalém, da qual Pilatos lavou as suas mãos diante do povo ['Estou inocente do sangue deste [justo]; fique o caso convosco!’ Mt 27.24] 

          !brrrrr ... 

Que fria a água do cântaro desse Batismo/Crisma [Jo 3.5: ‘Quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus’ ... que está dentro do Filho da Luz: Lc 17.21]!

          E tem que ser fria, para que esquente ao dela sair-se; antes assim do que morna [Ap 3.16]; na Verdade, é fria pros mornos q cantam o carinho, o amor, a mansidão, o bem, o respeito, a confiança, a justiça, a verdade [& etc’s, somente nos lábios, pelos louros dos créditos, sem a Verdade do Coração], e falam nestes dias, Hoje: ‘caia o seu sangue sobre nós e nossos filhos [Mt 27.25], pois Ele já morreu por todos’ ..

          Por esse motivo, o Espírito da Luz Sagrada adiantou os legumes de Daniel, em Ana, pelos dias abreviados [Mt 24.22] dos seus 7 anos de viuvez [Ap 7 - todos estão ao redor do trono] pois, se assim é [já morreu e ressuscitou por todos], então, que cada um cumpra a sua parte ... Ora: do que diferem estes ‘dias’, dos que dantes foi?

          !*

E, do frio, falou o Espírito por Tomé: ‘por essa razão não é apropriado que oremos no inverno; melhor é semearmos!’ ... pergunto: 
          – Semeia-se no frio ... com ou sem neve? E ‘grão de trigo’? [Fp 2.7]

          Na Verdade semeia-se sempre pela Luz do Oriente [Mt 2.2.9-11] ... incenso, ouro e mirra [Jo 19.39] da Luz dos Justos [Ap 19] pelas águas do Rio de Luz das Almas Justas que pela carne já passaram [Ap 6.9,10] e correm debaixo, do lado direito da casa pelo nascimento e crescimento [da semeadura] ... e o melhor exemplo, aqui [do incenso: Ap 8.3,4] é o da viúva pobre [!] que derramou [semeou] as suas dobras no Quadrante, orando calada no seu coração enquanto as depositava pela necessidade que só o Espírito Ouviu [os dias abreviados]; e, tanto ouviu, que depositou [todo o ouro que possuía]: 

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segue: Buscar-me-eis!

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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Minha Casa!

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Eu Sou a Porta
Da Porta [Jo 10.1-18]
Das Formas [Nó]
Da Nossa História
Do Cerzidor
Do Labirinto
Das Bíblias
... à Eternidade ...

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          Minha casa é um pouco bagunçada, e o espaço, apesar de pequeno, nos é suficiente; espero que todas as Almas Justas se ajeitem e se sentem [Mt 19.28], porque a história é um pouco  longa, mas Verdadeira; procuro contá-la de Forma clara e simples, porque sou desprovido de bons modos, requintes e política, perdendo muita coisa na vida por assim ser [mas creio que nada perdi, e sim, ganhei, apesar dos pesares - !]; então, tomando a Palavra, que fala que quem não aborrece todos os seus bens, não pode ser Seu discípulo [Lc 14.26.33], compreendo que aborrecer os bens refere-se a revelá-los; e nisto, recai na revelação da Parábola da Palavra [Hb 9.9,10], pelo que Jesus aborreceu a própria [Dt 2.14] vida [Dt 8.4] em prol do Seu Corpo Espiritual; e assim, por semelhante modo, aborreço aqui todos os bens que recebi em vida [o bem mais precioso, pela Alma] em prol da Sua Vontade!


          Sou o filho primogênito de um carpinteiro, justo e humilde de coração, que deixou a carne aos 60 [!] anos, em 22/11/92 por volta das 12 hs, em trágico acidente de trânsito numa das principais avenidas de São Paulo [caiam as Folhas !]; e de uma costureira, caprichosa como ninguém em seu esmero [Pv 31.10-31].

          Eis ... 

          1 - a minha Fonte [Ap 22.1-5] na praça da minha cidade ;
          2 - os Fundamentos da minha consciência ; 
          3 - o celeiro dos meus bens celestiais [espirituais] ; 
          4 - a riqueza do meu coração, pela semente das Almas Justas!

          Esta Fonte, brilhante como cristal em minha vida, fala da Graça que me foi concedida desde a eternidade, em meus Pais, Casa, Família [Hb 9.24] ... Bendita [Mt 25.34] em Cristo, em que a Alma do meu Pai, junto a todos os Justos da Luz [Hb 12.22-24], me guia neste testemunho, por Seu Espírito [aperfeiçoado Nesta Forma - Da Nossa Obra],
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          ... e, por Ele, em Cristo, abro a porta da minha casa através desta Oração, na Forma de um Livro: A Parábola das Folhas [Ez 47.12; Ap 22.2] ... 
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sabeis que está próximo o verão.’ Mt 24.32
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          ... levantando o véu do Coração e Alma, sem pudores, medidas, em sua revelação, de Forma Clara e Cristalina na Verdade [!], aonde O Princípio e O Fim pertencem a todos na geração da Imagem do Gênesis no Apocalipse da Consciência de cada um, no Espelho da Perfeição [Mt 5.43-48: ‘sede vós perfeitos como  perfeito é o vosso Pai celeste’] que aborreceu-se a Si, manifestando todo o Seu Ser, Seus Bens na Geração da Vida, por bem comum [‘porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas  sobre justos e injustos.’] ...

          ... assim como o Seu Filho é Perfeito em exemplo a todos que O recebem [A Concessão da Vivificação a bons e maus]; e, que maravilha seria, se todos, Nele, se espelhassem de corpo e alma; fossem verdadeiramente humildes, pacientes, bondosos e modestos, e de coração respeitassem a vida, perdoando o próximo, sendo honestos e comprometidos com a Verdade [porém, cada um tem a sua, e hão de nascer do Espírito Santo, para que assim sejam: Jo 3.6]!


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segue próxima pg.
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