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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

... até o dia ..

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          Ora!
          Meus caminhos estão entregues a meu Pai, meu Deus em Cristo, na confissão; a morte espiritual ocorreria se não o fizesse, já que me foi confiada a Representação das Formas; aqui, ao confessá-los, o último centavo é o último inimigo já destruído a partir do instante em que a Luz da Graça do Espírito Santo me fez reconhecer a Obra e me moveu em Sua direção!



          Na Verdade, esta confissão é a ‘oferta’ [Ez 40.38-43] espiritual por utensílio que se carrega às costas em direção ao Celestial: é Voz que penetra e é gravada nas paredes do Templo da Luz, pelo Cc/orpo, que confere as Suas Tábuas!

          Este caminho se entrelaça nas Igrejas, locais aonde o Espírito me tocou; então, em Paz, Tranquilo e Confiado na Verdade, registro este fato, pois, penso que, se Meu Pai estivesse na carne, ao meu lado, decerto que me diria: ‘Vê lá o que é certo, e age na Verdade.’ ...

          Ora!
          O mais difícil é o ser humano receber, efetivamente, a compreensão da Obra da Cruz da Vida e confessar seus caminhos em Verdade, independente do que transpareça [isto é ser  porta da casa, em sua confissão pública pelo Espírito Santo por propósito específico que Lhe pertence]!

          Independente de haverem erros [decerto que existem, pois a carne é falível] cada um responde por si [Ap 22.12]; e muito mais aqueles que receberam uma Graça e não a entregam [de graça, recebestes; de graça, dai' Mt 10.8,28 (Lc 12.5); Mt 5.38-42]; por tal, nada julgo o que passei nas Igrejas; simplesmente registro os fatos; quais fala Paulo: 


porque ai de mim se não pregar o evangelho!’ 1 Co 9.16

          ... pelo que o Espírito Santo, por Meu Pai, me concede Graça daqui ser fiel cronista do que me ocorreu nestes dias de 2005 a 2007, ao me retirar em Solidão a esta Obra




          Obrigado Espírito Santo!

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segue: Loucura Geral

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Primário

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ministrada por nós, e escrita, não com tinta, 
não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.
E é por Cristo que temos tal confiança em Deus;
Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; 
mas a nossa capacidade vem de Deus,
O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento,

não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica.


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- da minha 1ª Professora : Dna. Ninpha
- da Betty [professora particular]
- Regina, a primeira paixão
- do 2º Boby ; do Rex e do Billy ;

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1970


Trabalho I Semestre

1º Bimestre [quarto dos Avós] 
2º Bimestre [o foguetório do tri]
3º Bimestre [tia Zinda na janela] 
4º Bimestre [nasci assim]
Trabalho II Semestre

1971


Trabalho I Semestre

1º Bimestre [do acidente do Avô]
2º Bimestre [Dna. Efigênia]
3º Bimestre [Dtr. Hermenegildo]
4º Bimestre [Papelaria Saito]
Trabalho II Semestre

1972

Trabalho I Semestre

1º Bimestre [Ed. Andraus vinda da Tia Gabriela e Rui]
2º Bimestre [tentativa de abuso - Variant 1600]
3º Bimestre [divisão em minha consciência - Tim Puc]
4º Bimestre [Igreja do Calvário]
Trabalho II Semestre

1973

Trabalho I Semestre

1º Bimestre - Viagem de meu Pai após 18 anos!
2º Bimestre - Reflexão / Bronca!
3º Bimestre - do Diploma
4º Bimestre - em Casa!
Trabalho extra

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Trabalho 1 Sem 70

... à meia Luz do meu quarto ... [Ez 9.3/4];

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          E.E.P.G. Dna. Ana Rosa
          

          1º Ano do Primário [1970]
          Profa. Dna. Ninfa!
          [Trabalho do 1º Bimestre]
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          1º Desenho!
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          Profa: Henrique, o que é isso que você fez? 
          Eu: O quê, professora?
          Profa: Este risco com reticências dos 2 lados ...
          Eu: É a imaginação de cada um, professora: eu fiz o risco na folha branca, porque uns olham p’rum lado e outros p’ro outro, e cada um imagina o que quiser ...
          Profa: E você, o que imagina?
          Eu: A imaginação!
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          2º Desenho!
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          Profa: E essas duas casas; o que são?
          Eu: Essa menor é a casa aonde eu nasci, e a maior é aonde moro!
          Profa: E esse triângulos, o que são?
          Eu: São estrelas, professora!
          Profa: E aqueles dois lá em cima, quem são?
          Eu: É o Comandante ensinando p’ro soldado o caminho das estrelas, e que nunca se importasse com cadeiras nem tronos ...
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          3º Desenho!
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          Profa: E quem é esse carregando um vaso: é você?
          Eu: Esse é o Anjo que carrega a água da Fonte do Reino ...
          Profa: E os outros dois, quem são?
          Eu: Eles vieram em casa e pediram algo p’ra comer, e depois foram p’ro Sul!  
          Profa: E esses riscos laterais?
          Eu: São as exclamações do Sul, professora!
          Profa: E esse balão aqui embaixo?
          Eu: É a conversa deles; falam sem abrir a boca ... 
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          4º Desenho!
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          Profa: E esses garranchos sob dessa casa rindo, c/ olhos e duas antenas?
          Eu: Ah! Esse são os olhos do Reino; os garranchos são as nuvens do quebra-cabeça, professora, e as duas antenas são João e Pedro quando Jesus falou p’ra prepararem lugar p’ra ceia; e eles estão lá no Céu do Espírito observando tudo que é escrito nas Tábuas, junto com os outros ...
          Profa: E esse risco que desce da casa: o que é isso?
          Eu: É o fio de eletricidade da Luz do Reino, professora ... e quando eles ligam a tomada da comunicação, ilumina quem eles falam ...
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          5º Desenho!
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          Profa: Mas o anjo pega a água de onde, Henrique?
          Eu: Da Fonte, professora.
          Profa: Mas aonde está a fonte no desenho, Henrique? 
          Eu: Meus Pais são a Fonte, professora; por isso que, quando nós mudamos de casa, o Anjo carregou água da Fonte de um lado p’ro outro ...
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          6º Desenho!
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          Profa: E este barco com 3 andares?
          Eu: São tábuas, e cada andar tem uma história!
          Profa: E aquilo por cima da fumaça do barco?
          Eu: É o dedo do meu Pai; ele é carpinteiro e essa é a Arca [do Noé] ... 
          Profa: Mas seu Pai fez a Arca de Noé? Foi o Noé que fez a Arca dele ...
          Eu: ... sei, professora, mas ele fez a Arca, porque o meu Pai, quando estava no Céu, mandou os Anjos ensinarem o Noé a construir a Arca com cavilhas de madeira, e todos que estavam ao redor achavam ele doido fazendo Arca no Vale [Da Decisão] e descascando madeira p’ra lá e p’ra cá ... fazendo tábua ... e dos sarrafos, cavilhas, igual prego ... e tudo com instrumento de pedra: não foi fácil, professora!
          Profa: Mas barco anda na água, Henrique; cadê a água, no desenho?
          Eu: O barco ainda estava sendo construído, professora; terminando, a água aparece [tanto, que só apareceu e inundou tudo, depois da Arca estar pronta] ...
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          7º Desenho!
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          Profa: E esses outros; o que eles estão fazendo?
          Eu: Essa é a Corte da Páscoa Celestial, professora; eles estão comendo.
          Profa: E o que eles estão comendo?
          Eu: A Páscoa das Bodas, p’ra ficarem fortes e descerem todos juntos p’ra tirarem água da Fonte [cada um com o seu cântaro, p’ra inundar o Vale do Tempo dos Dias mais rápido] ...
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          8º Desenho!
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          Profa: A Páscoa é um dia muito especial, Henrique, mas eu pensei que a base da Ceia fosse o Pão.
          Eu: O Pão é a lembrança, professora, mas o vinagre também é; tanto que o meu Pai tem Padaria e às vezes Ele sai de madrugada para buscar o padeiro na casa dele porque não tem transporte e a lareira precisa estar acesa muito cedo p’ra fazer pão p’ra todos ... mas Ele não está mais só com Padaria ... agora Ele está com Floricultura, também ...
          Profa.: E o que tem a ver o vinagre, Henrique?
          Eu: Ah! O vinagre é o amargor da Cruz de Cristo; meus Avós, p’ra amenizarem um pouco o gosto, misturam com água e açúcar e dão p’ra mim e p’ro meu irmão beber quando faz muito calor [naqueles dias que sai fumaça do asfalto] ... mas tem muita gente que no calor desses dias, não têm, sequer, uma migalha p’ra comer nem um copo de suco de vinagre, professora ...
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          9º Desenho!
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          Profa: Tá certo, Henrique! ... e quem é que te ensinou essa história da Arca? 
          Eu: Ninguém, professora, mas eu sei porque sou filho do meu Pai ...
          Profa: E foi ele que te contou?
          Eu: Ele não precisa me contar nada, não, professora, porque eu sei da enchente que aconteceu no mar do Céu do Espírito por causa de Adão e Eva, que afogou todo mundo  ... e por isso Jesus veio p’ra desafogar quem Nele crê de coração ...

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          Profa: Tá certo, Henrique!

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segue: 1º Bim 70
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O tapa

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          A partir desse dia em que conheci a Escola e os 2 rapazes vieram ao portão de casa, meu entendimento foi transformado [‘O Espírito é o que Vivifica!’ .. Ap 8.3,4];

          Alguns dias depois, algo insólito aconteceu: eu passara a dormir sozinho no quarto de trás, quando, de repente, despertei; era alta madrugada e, de repente, ‘do nada’, levei um tapa, ‘do nada’, que me jogou de cabeça contra a parede!

          Meu Pai, ouvindo o barulho, levantou e veio rápido ver o que ocorrera, e após lhe contar o fato, disse que me acalmasse pois era um sonho ... mas, apesar de ser criança, eu bem sabia que não era sonho algum, e, da mesma Forma que os 2 moços me visitaram, ‘as trevas’ também o fizeram e me esbofetearam naquela noite. 

          1] Quem foi? ... Não sei! 
          2] Quem permitiu? ... Sei menos ainda! 
          3] Só sei que levei um ‘tapa do nada’, deitado na minha cama, que me arremessou de cabeça contra a parede, arrebentando a minha testa ... 

          Já alta madrugada, me levantei e fui p’ra cama dos meus Pais, porque não conseguia dormir ... e nunca me esqueci disso, porque não tive quem me defendesse: eu estava deitado na cama e ninguém colocou a mão nesse instante [Ap 19.10] ... e, porque sou o Filho de Deus, onde os que O Cercam?


‘Não sabeis que havemos julgar os próprios anjos? 
Quanto mais as coisas desta vida.’ 1Co 6.3

          ... o Celestial Inteiro sabe disto [Jo 3.12] ... 


‘Conjuro-te, perante Deus, e Cristo Jesus, 
e os anjos eleitos, ( Mt 13.41 )
que guardes estes conselhos, sem prevenção, 
nada fazendo com parcialidade.’ 1Tm 5.21

          ... e ali, no quarto dos meus Pais, vi .. que um dia .. esta Verdade seria fixada [Is 41.7] nas Tábuas dos Céus [En 80.1 ; 105.16Êx 12.12] ... para que a Lessem [Ap 14.6] ... 


‘Bendizei ao SENHOR, todos os seus anjos, 
( Mt 16.27) valorosos em poder, 
que executais as suas ordens e lhe obedeceis à palavra.’ 
Sl 103.20

          ... e .. que esse dia .. seria quando escrevesse o Livro, em que traria todos os fatos à tona e bendiria todos os Anjos e Justos que nos acompanham, por Cristo, na concessão desta obra, frente às palavras ‘um dia registrarás este fato’ ... 


‘E depois disso, no sétimo dia da décima semana, 
haverá um eterno julgamento, que será executado sobre os Sentinelas; 
e um eterno céu espaçoso brotará no meio dos anjos.’ 

          ... qual situação espelharia os fatos de Adão e Eva descritos na História do Universo e por mim abordados na lauda Adão/Imagem : sua vida incorreria nas 2 Formas do Retorno vistos na Vivificação [pg. 38/39] à Justificação de sua escolha frente ao celestial .. [assim como aqui o cito, qual descrevo as Dobras, por imagem, em Ez 5 ; 31 sob a Forma dos mesmos fatos].  

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segue: Tentativa de Assalto

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domingo, 5 de janeiro de 2014

5 - Esqcto - Dt 2.14

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          E, que maravilha se o ser humano assim fosse, quando essas condições só ocorrem de Forma Perfeita na Luz do Espírito [‘Feliz do homem que foi submetido à prova – porque ele achou a vida.’ Tomé 58], e em Sua Luz de Filho, Jesus [Cl 1.16] Testemunhou o Seu Pai [Celestial] a todos, e, decerto que Ele gostaria que todos que N’Ele creem e O têm como exemplo, fizessem o mesmo por suas casas, pois são suas portas [‘mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecerJo 15.15].

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          Mas a Dna. Olga ficou brava comigo, e falou: ‘Anda logo; avia-te e vai tomar banho antes de chover; olha as nuvens que estão se formando.’!

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          Ao olhar p’ras nuvens, fiquei paralisado no infinito porque me parecia ver bois enormes nos degraus da escada [eram 12, igual os do mar: 2Cr 4.4,15] que, por telepatia, falaram: ‘Somos os 12 anjos das 12 portas.’ [Ap 21.12] ... e eu chorava, porque via muitas imagens do Vietnã e não aceitava como o ser humano fazia isso ...

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          ... nesse instante, ouvi na consciência uma voz que repetia as mesmas palavras ditas por meu Avô:

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          ‘Vê Henrique; és criança ainda, e não te esqueças: daqui por 38 anos o Espírito virá sobre ti, neste Lugar; então, os 40 anos se completarão [Jo 2.20] ao escreveres o Livro, por Oração, Trombeta ... gravada nas Tábuas Celestiais da Consciência da Luz que te cerca, em que o teu céu se firma [Ef 4.10] e se abala [Hb 12.26] frente a todas as Almas Justas [Ef 5.32] que a ouvem! Nesse tempo, só terás o teu Pai ao teu lado; quanto aos que com Ele estiverem tu o saberás [por Ele]!’.

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          E pensei: Meu Deus ... que me fez assim [Nm 3.13] ... 
          Que responsabilidade a minha, pois o Espírito Santo me concede a Graça, por meus Pais serem consagrados ao Seu Pai, O Criador, desde a eternidade, e sempre terem sido justos [Is 26.2] em todos os seus caminhos [2Rs 4.1] ...
          ... assim sendo, penso que me seja mais fácil, porque também, Neles, fui gerado [na eternidade, antes de nascer ...] ... 

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segue: Ressoar

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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

R. Mário Dias

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Eu Sou a Porta
Da Porta [Jo 10.1-18]
Das Formas [Nó]
Da Nossa História
Do Cerzidor
Do Labirinto
Das Bíblias
... à Eternidade ...

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          A Rua Mário Dias fica a uns 100 metros de onde nasci.
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Ao entrardes na cidade
preparemos Páscoa.’ Lc 22.7-13
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          Ao ler esta passagem, compreendi que o 1º dia da Festa dos Pães Asmos [Mt 26.17] referia-se ao 1º instante em que a Páscoa Celestial é derramada pelo homem [Anjo] que carrega o cântaro das águas da Fonte que aqui se apresenta : as águas da Verdade da Obra do Espírito em minha vida, aonde os meus caminhos são revelados pela Luz da Alma de Meu Pai, que, por seu filho primogênito, tenho a obrigação de confessar os caminhos que trilheicada um é responsável [Gn 4.6,7] por si;

          [Da obrigação] ..

          !e nesta confissão, as moradas nas regiões celestiais em Cristo [Onde é o meu aposento no qual comerei a Páscoa com os meus discípulos?] se estendem registradas nas Tábuas do Céu da Luz [Ef 4.10] pelas Almas Justas, em aguardo [Lc 16.26] que sonham [‘O reino dos céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas de seu filho.’ Mt 22.2]; e este é o único sonho que se sonha acordado, e dormindo: o da ressurreição [Jo 5.25-29 - !] ...
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‘... manifestar qual seja a dispensação do mistériodesde os séculos,
oculto em Deusque criou todas as coisas,’ Ef 3.9
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          ! por todos os olhos [Zc 3.9] do Apocalipse do Cc/orpo, iluminados pela Luz dos Anjos dos dias da Criação na cura da ferida [Is 30.26], em que muitas palavras se abriram por estes olhos [o sonho é um só : Gn 41.26] ... até que Enoque [22 a 26] se apresentou pela Unidade da Bênção da Redenção Celestial [as Bodas da Luz] ...
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e se tornarão um só." Tomé 4
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          Somente cito Enoque [assim recebi do Espírito Santo: 2Co 10.14, porque foi o primeiro a ser arrebatado ao Céu dos CéusGn 5.24]; caso alguém queira poderá buscar os textos e lê-los, mas não é o caso descrever todos os seus 5 capítulos [Lc 16.28,29], pois estou pelos Aposentos [as regiões celestiais em Cristo] na descrição desta Obra.

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segue próxima pg.
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